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Tecnologia, cultura e empreendedorismo marcam o encerramento da Glocal Macapá

Segundo dia do evento reuniu experiências interativas, oficinas, pitching, manifestações culturais e shows gratuitos em diferentes espaços de Macapá.

Por g1 AP — Macapá
28/06/2026 09h42 Atualizado há 48 minutos


  • A primeira edição da Glocal Macapá terminou neste sábado (27). O evento reuniu centenas de pessoas com foco em inovação, tecnologia e desenvolvimento sustentável.
  • O público participou de oficinas tecnológicas, robótica e modelagem 3D no Parque Residência. Na OAB Amapá, empreendedores apresentaram projetos no pitching ‘No Tanque com os Tubarões’.
  • À noite, o Palco Fest celebrou a cultura local com show do grupo Marabaixo Raízes da Favela. Diversos artistas regionais também se apresentaram no encerramento.
  • Mariane Cavalcante declarou que o evento cumpriu o propósito de conectar ideias para a Amazônia. A Glocal Macapá foi realizada pela Fundação Rede Amazônica.
    Glocal 2026 em Macapá — Foto: FRAM/Divulgação 1 de 2
    Glocal 2026 em Macapá — Foto: FRAM/Divulgação
    Glocal 2026 em Macapá — Foto: FRAM/Divulgação
    A primeira edição da Glocal Macapá chegou ao fim neste sábado (27), consolidando dois dias de programação voltada à inovação, empreendedorismo, cultura e desenvolvimento sustentável. O segundo dia do evento ocupou diferentes espaços da capital amapaense, com atividades realizadas no Parque Residência, na OAB Amapá e na área externa da instituição, reunindo centenas de pessoas em uma programação gratuita que integrou tecnologia, economia criativa, manifestações culturais e atrações musicais.
    Ao longo do dia, o público participou de oficinas de Robótica, Modelagem 3D para Valorização da Biodiversidade Amazônica, Moda Sustentável, Saboaria Artesanal e Artes Circenses, além de experiências em realidade virtual, impressão 3D e outras atividades interativas promovidas na Vila Glocal e no espaço Lab, instalados no Parque Residência. As ações aproximaram crianças, jovens e adultos de tecnologias inovadoras e de iniciativas voltadas à criatividade, à educação e ao empreendedorismo.
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    Na OAB Amapá, a programação foi marcada pelo pitching “No Tanque com os Tubarões”, conduzido pelo investidor-anjo e mentor de startups Fernando Seabra. Empreendedores apresentaram seus projetos a uma banca avaliadora, receberam orientações estratégicas e tiveram a oportunidade de fortalecer conexões com o ecossistema de inovação e negócios da região.
    Enquanto a OAB sediava as atividades voltadas ao empreendedorismo, o Parque Residência concentrou as experiências abertas ao público. Os visitantes circularam entre oficinas, espaços tecnológicos, atrações interativas e apresentações culturais, vivenciando uma programação pensada para integrar conhecimento, criatividade, inovação e lazer em um mesmo ambiente.
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No período da noite, o Palco Fest celebrou a cultura amazônica com uma programação artística gratuita. A abertura ficou por conta do grupo Marabaixo Raízes da Favela, que levou ao público uma das mais importantes manifestações culturais do Amapá, reforçando a valorização das tradições locais dentro da programação da Glocal. Em seguida, artistas como Jhimmy Feiches, Salomão Monteiro, Letícia Auolly, Bell Brandão, Ariel Moura e Amazônia Fusion encerraram o evento com apresentações que reuniram música, identidade regional e celebração da cultura amapaense.
Para Mariane Cavalcante, diretora executiva da Fundação Rede Amazônica, a primeira edição da Glocal em Macapá reafirmou o compromisso da instituição em criar oportunidades de transformação por meio da educação, da inovação e da valorização dos talentos amazônicos.
“Encerramos esta primeira edição com a certeza de que a Glocal cumpriu seu propósito de conectar pessoas, ideias e iniciativas capazes de gerar impacto positivo para a Amazônia. Ver estudantes, empreendedores, pesquisadores, artistas e a comunidade ocupando esses espaços mostra que investir em conhecimento, inovação e cultura é também investir no desenvolvimento da nossa região. Esse é um legado que queremos fortalecer nas próximas edições”, afirmou Mariane Cavalcante, diretora executiva da Fundação Rede Amazônica.
Matheus Aquino, coordenador de projetos da Fundação Rede Amazô